GHOSTS OF PORT ROYAL – 1692

Sometimes this blog is not just about self-promotion.

So today I’m posting about Ghosts of Port Royal once again, but this time to announce that their album is finally out!!

“1692” was released by the band and it’s a slab of Blues Rock with a rusty edge, so you’ll need a 6 pack of beer to go along with it! This one sounds like a pile of drunken rockers playing in a derelict pub.

Last time I encountered this band was to make the video-clip for “50.000 Dead Starfish”, but quite recently, Augusto Lado did another video for “Walk The Plank”.

Check it below! By the way, the whole artwork for “1692” was also developed by him!

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FINAL WARNING! Terminal Tower vs Lisboa

Ainda há tempo, mas não muito. Os próximos dias serão o que resta para poderem visitar a exposição de originais do livro Terminal Tower na El Pep Store & Gallery. Esta é uma versão ligeiramente ampliada do que foi exposto em Beja. Até dia 25!!!!!!

El Pep Store & Gallery | Lojas 34 + 35 | ImavizUNderground | centro coemrcial Imaviz, Avenida Fontes Pereira de Melo, 35, LIsboa | metro Picoas

 

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Terminal reactions

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O livro “Terminal Tower” de André Coelho e Manuel Neto encontra-se à venda na loja online da CCCMundo Fantasma, Matéria Prima, Louie Louie (Porto), BdMania, NAU, El Pep, New Approach Records, Trem Azul, Utopia e brevemente na FNAC, Letra Livre, Artes & Letras,…

Uma exposição de originais estará patente na Galeria El Pep em Lisboa até 25 de Julho!

 

Depois da bomba, os estropiados – depois da expilação nuclear, os mutantes. A monstruosidade é uma sátira cruel à diversidade, uma fantochada feita de ruído. Não tem beleza. Não tem significado. A não ser a beleza do aleatório e o significado que decidimos impor. Criar relevo é inventar significados: vivemos numa realidade imaginada, mas as ficções que criamos não são mentiras, são exofenótipos – não se pode ser humano sem uma torre, mas aceitar a torre é aceitar o monstro. Aceitar o apocalipse. Nada é mais fácil.

David Soares in Splaft!

(…) a NASA tinha inventado o super-negro. (…)  é a BD que está a ir mais longe na busca de um super-negro psicológico, virtual… (…) Logo ao olhar para a capa somos chupados para o seu negrume, que se vai adensando ao longo das primeiras páginas. Percebemos de imediato que estamos num cenário bélico, pré ou pós-apocalíptico…

Rui Eduardo Paes / Bitaites

O grafismo é uma colisão da bunker architecture de Paul Virilio com a desolação modernista de Ballard, o surrealismo difuso de Enki Bilal, a estética de collage de Dave McKean e alguns traços de mangá. Talvez esteja a ver demais, mas apostaria que há algo do desenho George Grosz nalguns momentos específico. Se as influências são evidentes esta não é uma obra derivativa. Muito pelo contrário. (…) Mais do que uma história, este livro é uma experiência do tipo mancha de Rorschach. Vê-se o que se espera, mas também se vê o que se sente no íntimo. E sublinho: contém ilustrações de tirar o fôlego, que se destacam no absoluto preto e branco mate do papel impressão mas se vistas no tamanho real e media original ainda são mais deslumbrantes.

Artur Coelho